Vai passar...
Eu sei que vai passar...
Já senti isso tantas vezes
que nem devia mais me abalar...
Sei como começa e como acaba
e tudo que há entre o começo e o fim...
Tudo o que preciso fazer
é ficar bem quieta ,
não tentar entender,
nem perguntar por quê...
e esperar passar...
Ainda que a sensação não seja boa
não há por que me desesperar,
é só uma dor mais forte,
uma tristeza mais pungente
e, por mais que a paz pareça ausente,
eu sei que vai passar...
É certo que vou chorar
mais do que de costume,
que serei capaz de sentir novamente
o seu perfume,
de me sobressaltar quando o
telefone tocar...
Mas, vai passar...
Ainda que a saudade
venha me torturar
sem piedade
na lembrança do passado que se foi,
no fim desse amor que não consigo aceitar,
eu sei que vai passar...
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Despedida...
Eu sei que esta noite
foi a nossa despedida...
por isso me sinto assim,
tão perdida,
com essa sensação de
abandono a me rondar,
com esta dor a me dilacerar,
peito, alma e coração...
Por isso eu ri e chorei,
alisei teus cabelos,
te beijei,
recordei tudo que vivemos,
trouxe o passado
para o presente,
te amei como antigamente,
adormeci e acordei
nos teus braços,
senti novamente
o calor do
teu abraço...
Esfreguei meu corpo no teu
debaixo do chuveiro,
vi você se barbear
no meu banheiro,
fazer café para nós dois...
E quase acreditei
que este adeus
podia ficar prá depois...
Na minha ânsia
de não te perder
vi que teus olhos
ainda expressavam
a mesma emoção...
Mas já não cabe mais sonhar,
deixar perguntas no ar,
porque foi apenas um momento
no qual falou mais alto
seu sentimento,
que te trouxe,
uma última vez,
até a mim...
foi a nossa despedida...
por isso me sinto assim,
tão perdida,
com essa sensação de
abandono a me rondar,
com esta dor a me dilacerar,
peito, alma e coração...
Por isso eu ri e chorei,
alisei teus cabelos,
te beijei,
recordei tudo que vivemos,
trouxe o passado
para o presente,
te amei como antigamente,
adormeci e acordei
nos teus braços,
senti novamente
o calor do
teu abraço...
Esfreguei meu corpo no teu
debaixo do chuveiro,
vi você se barbear
no meu banheiro,
fazer café para nós dois...
E quase acreditei
que este adeus
podia ficar prá depois...
Na minha ânsia
de não te perder
vi que teus olhos
ainda expressavam
a mesma emoção...
Mas já não cabe mais sonhar,
deixar perguntas no ar,
porque foi apenas um momento
no qual falou mais alto
seu sentimento,
que te trouxe,
uma última vez,
até a mim...
Cadê o meu amor?
Cadê o meu amor?...
Aquele que o destino me reservou?
Que as cartas mostraram,
que os búzios interpretaram,
que os astrólogos previram,
que estava escrito nas estrelas
antes mesmo de eu nascer?
Esse amor que é libertação,
que vem me tirar dessa solidão,
transformando um em dois,
que não vai deixar pra depois,
a minha ânsia de amar
e ser amada...
Amor que vem saciar a minha sede,
que vai deitar na
minha rede,
nas noites de calor,
que vai me aconchegar
junto ao peito
quando deitar no meu leito
nas noites frias de inverno...
Que vai dizer que é eterno
esse nosso caminhar...
Amor que vem transformar em magia
o meu insípido dia a dia,
despertando o meu ser
para a alegria de viver...
Que vai iluminar com o seu sorriso
tudo o que for preciso
para me fazer feliz...
Que vem sussurrar no meu ouvido
palavras de amor e paixão
que vai preencher, definitivamente ,
o meu coração
afastando de vez o fantasma
do desamor...
Que vai por fim a essa dor
que fez de mim sua companheira,
dizer que agora é prá vida inteira
e para além dela, se outra houver...
Aquele que o destino me reservou?
Que as cartas mostraram,
que os búzios interpretaram,
que os astrólogos previram,
que estava escrito nas estrelas
antes mesmo de eu nascer?
Esse amor que é libertação,
que vem me tirar dessa solidão,
transformando um em dois,
que não vai deixar pra depois,
a minha ânsia de amar
e ser amada...
Amor que vem saciar a minha sede,
que vai deitar na
minha rede,
nas noites de calor,
que vai me aconchegar
junto ao peito
quando deitar no meu leito
nas noites frias de inverno...
Que vai dizer que é eterno
esse nosso caminhar...
Amor que vem transformar em magia
o meu insípido dia a dia,
despertando o meu ser
para a alegria de viver...
Que vai iluminar com o seu sorriso
tudo o que for preciso
para me fazer feliz...
Que vem sussurrar no meu ouvido
palavras de amor e paixão
que vai preencher, definitivamente ,
o meu coração
afastando de vez o fantasma
do desamor...
Que vai por fim a essa dor
que fez de mim sua companheira,
dizer que agora é prá vida inteira
e para além dela, se outra houver...
A minha angústia...
A minha angústia
é essa inútil espera
que não tem fim...
Que me deixa vulnerável
e aflita,
que me mostra o quanto
você ainda dita
o meu modo de me sentir...
Que expõe a minha insegurança,
que me faz agir como criança,
quando o assunto é você...
Que mistério é esse que te envolve,
que poder é esse que eu te confiro,
prá conduzir minhas sensações,
prá dominar minhas emoções,
como se esse querer fosse
sempre mais forte,
como se esse amor
não fosse ter fim?
E essa angústia que me consome,
que me faz perder a fome,
o sono,
o ânimo de viver...
que, ao mesmo tempo,
não me deixa te esquecer,
virar a página,
transcender,
aceitar que não haverá
mais volta,
que não justifica mais
ter esperança,
quando,para você,
não passo de uma lembrança
que se apaga mais a cada dia...
Angústia cruel,
que me põe na boca
o gosto amargo do fel do seu desamor
mas que não me deixa entender
que tudo acabou,
que me mantém prisioneira
de uma ilusão,
que maltrata tanto o meu coração
já tão duramente apunhalado...
Angústia que me expõe
aos caprichos do destino,
que não se rende aos meus desatinos,
que acorda e deita comigo,
que fez do meu ser o seu abrigo,
disputando com você
o direito de me subjugar...
é essa inútil espera
que não tem fim...
Que me deixa vulnerável
e aflita,
que me mostra o quanto
você ainda dita
o meu modo de me sentir...
Que expõe a minha insegurança,
que me faz agir como criança,
quando o assunto é você...
Que mistério é esse que te envolve,
que poder é esse que eu te confiro,
prá conduzir minhas sensações,
prá dominar minhas emoções,
como se esse querer fosse
sempre mais forte,
como se esse amor
não fosse ter fim?
E essa angústia que me consome,
que me faz perder a fome,
o sono,
o ânimo de viver...
que, ao mesmo tempo,
não me deixa te esquecer,
virar a página,
transcender,
aceitar que não haverá
mais volta,
que não justifica mais
ter esperança,
quando,para você,
não passo de uma lembrança
que se apaga mais a cada dia...
Angústia cruel,
que me põe na boca
o gosto amargo do fel do seu desamor
mas que não me deixa entender
que tudo acabou,
que me mantém prisioneira
de uma ilusão,
que maltrata tanto o meu coração
já tão duramente apunhalado...
Angústia que me expõe
aos caprichos do destino,
que não se rende aos meus desatinos,
que acorda e deita comigo,
que fez do meu ser o seu abrigo,
disputando com você
o direito de me subjugar...
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